Comunicação Eficaz

Palestrante: Paulo Roberto

Auditório: UNPLI / Anhanguera

Data: 19/09/2012

Coquetel de Lançamento do VII Congresso

Palestrante: Robson Santarém

Tema: Precisa-se de Ser Humano – Valores Humanos na Gestão

Auditório: Unilasalle

Data: 31/08/2012

10 razões relevantes para controlar o turnover

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

Encontrar um profissional que se enquadre à cultura e seja comprometido com o negócio tem sido um desafio para empresas de todos os segmentos e portes. Quando isso ocorre, é fundamental saber reter esse talento. Para isso, a organização necessita estar atenta a fatores que incidem diretamente sobre o índice de turnover – rotatividade de profissionais – e conseguir neutralizá-los, antes que a migração daqueles que fazem o diferencial torne-se um problema contínuo. Confira abaixo 10 razões relevantes para manter os percentuais de turnover controlados.

1 – Acúmulo de atividades – Um profissional que se desliga deixa um vazio. Diante disso, o líder precisa suprir essa ausência enquanto um novo colaborador chega. Até lá, a liderança provavelmente precise redistribuir atividades, compartilhar tarefas com os que permaneceram e não são ratos os casos em que essa situação provoque desgaste entre os membros da equipe, uma vez que podem ficam com sobrecarga de trabalho.

2 – Desgaste emocional – Independentemente se o desligamento foi uma iniciativa do funcionário ou da empresa, o fato é que quando alguém sai a equipe pode apresentar sinais de desgaste emocional. Isso ocorre, principalmente, de quem vai é mais do que um bom profissional e sim considerado um amigo para os que ficaram.

3 – Captação de novos talentos – Seja por iniciativa do funcionário ou mesmo da empresa, quando um profissional desliga-se da empresa a área de recrutamento e seleção entra em cena para captar outro talento que possa suprir a vaga em aberto. Se o cargo exigir rapidez na contratação, o risco absorver um profissional que fique aquém das expectativas da organização torna-se significativo.

4 – Treinamento – Esse é outro ponto que pede a atenção da empresa. Ao se contratar um profissional, por melhor que seja a sua bagagem ele terá que passar por um período de treinamento para se integrar à realidade da organização que ingressou. Isso requer tempo, investimento e paciência da parte contratante, afinal tudo será novo para o recém-chegado.

5 – Tempo – A redução da rotatividade impacta diretamente na administração do tempo de todos os profissionais. A área de RH, por exemplo, ao invés de dedicar-se a um processo para encontrar um profissional estratégico para assumir uma função, por exemplo, pode empenhar-se na elaboração de outra ação que vise a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Ou, então, o líder que perdeu um ótimo membro da equipe não terá que desdobrar as demais pessoas da sua equipe para suprirem a ausência daquele talento que deixou a organização.

6 – Conhecimento – Quando um profissional deixa a empresa, ele leva consigo muito mais do que se encontra nos arquivos da empresa. Com ele também segue o conhecimento que foi adquirido e que não ficou registrado nos computadores e tampouco pode ser acessado com apenas um clique.

7 – Satisfação interna – Uma vez que consegue reduzir o índice de turnover, a organização pontua sinais de que sua gestão está no caminho certo, ou seja, se os talentos querem permanecer no time é sinal claro de que a satisfação interna é uma realidade no dia a dia. E sabemos que pessoas motivadas produzem mais e se tornam mais preparadas para enfrentar momentos de tensão no dia a dia de trabalho.

8 – Gestão certa? – Da mesma forma que o controle da rotatividade revela a satisfação positiva, pode diagnosticar os pontos que precisam ser trabalhados em sua gestão e que podem ser a causa do desligamento dos talentos.

9 – Ótimo lugar para se trabalhar – Quando a satisfação interna mostra-se com índices positivos, o percentual de profissionais que querem “abandonar o barco” cai significativamente. Isso também tem reflexos externos, pois os talentos que estão na concorrência se sentirão “estimulados” a ingressarem na empresa em que todos querem trabalhar.

10 – Ações judiciais – A empresa que se preocupa com a rotatividade tem outro ganho. Com a redução da saída de funcionários estará minimizando as chances de sofrer possíveis ações judiciais de reclamações trabalhistas. Mesmo que cumpra todas as suas obrigações, não existe empresa que se sinta confortável diante de uma ação na Justiça do Trabalho.